Comunismo y cuestión nacional en España
“El planteamiento abstracto del problema
nacional en general no sirve para nada.”
V.I. Lenin
“La nación, categoría histórica, solo
puede ser definida históricamente”
Read more“El planteamiento abstracto del problema
nacional en general no sirve para nada.”
V.I. Lenin
“La nación, categoría histórica, solo
puede ser definida históricamente”
Read more( Amayuelas, 1 de julio 2006)
“El planteamiento abstracto del problema
nacional en general no sirve para nada.”
V.I. Lenin
“La nación, categoría histórica, solo
Read moreLa fuerza de la memoria y el poder constituyente del NO en la reconstrucción de la izquierda revolucionaria en el Estado español.
Ángeles Maestro
Corriente Roja
El presente trabajo pretende identificar la necesidad ineludible de que la reconstrucción del proyecto revolucionario en el Estado español reanude la continuidad histórica de la lucha por la emancipación de la clase obrera y de los pueblos del Estado español truncada por una Transición que, en aras de la instauración de formas políticas propias de una muy limitada democracia burguesa, garantizó la continuidad en lo esencial de la estructura de poder económico, militar, policial y judicial de la Dictadura. Este proceso se sustentó en una monarquía sin otra legitimidad que su designación por Franco.
Read moreSobre los orígenes de la tradición revolucionaria popular
-intercambio con Ramón Franquesa-
Joaquín Miras Albarrán
En el número de febrero de El Viejo Topo, se publica un importante artículo de Ramón Franquesa titulado Bolívar y el socialismo del siglo XXI. En ese texto su autor reflexiona, a la luz del actual proceso revolucionario venezolano, sobre la tradición revolucionaria europea desde sus orígenes.
Ramón Franquesa parte, en consecuencia, de la Revolución francesa a la que considera con razón como hecho histórico fundador de las revoluciones de la contemporaneidad. En el resumen que hace de los acontecimientos acaecidos durante la misma, Franquesa opta por una determinada matriz interpretativa, según la cual, los jacobinos, y Robespierre a su cabeza, serían los propugnadores de un proyecto burgués de sociedad y economía, y para conseguirlo no dudarían en emplear la violencia más feroz, e imponer la dictadura. En contrapartida, Hebert y otros dirigentes populares encabezarían la opción revolucionaria proletaria. La actual izquierda revolucionaria, según esa clásica interpretación que recoge Ramón Franquesa, sería heredera de la tradición hebertista, en la que se habría inspirado Babeuf, primer revolucionario comunista, enfrentado con Robespierre. Tras Babeuf, Buonarrotti, seguiría sus pasos y nos legaría la memoria de la práctica revolucionaria de nuevo cuño, instaurada por Babeuf siguiendo a Hebert.
Read morePronunciamiento de los movimientos sociales
Los movimientos sociales, procedentes de todas partes del mundo, nos hemos reunidos aquí en el Foro Social Mundial. Construimos una gran alianza para crear una nueva sociedad, distinta a la lógica actual que coloca al mercado y al dinero como la única medida de valor. Davos representa la concentración de la riqueza, la globalización de la pobreza y la destrucción de nuestra planeta. Porto Alegre representa la lucha y la esperanza de un nuevo mundo posible donde el ser humano y la naturaleza son el centro de nuestras preocupaciones.
Formamos parte de un movimiento en crecimiento a partir de Seattle. Desafiamos a las elites y sus procesos anti-democráticos, representados en el Foro Económico de Davos. Venimos a compartir nuestras luchas, intercambiamos experiencias, fortalecemos nuestra solidaridad y manifestamos nuestro rechazo absoluto a las políticas neoliberales de la presente globalización.
Somos mujeres y hombres: campesinas y campesinos, trabajadoras y trabajadores, desempleadas y desempleados, pueblos indígenas y negros, provenientes del Sur y del Norte, comprometidos a luchar por los derechos de los pueblos, la libertad, la seguridad, el empleo y la educación. Estamos en contra de la hegemonía del capital, la destrucción de nuestras culturas, la degradación la naturaleza y el deterioro de la calidad de vida por las corporaciones transnacionales y las políticas anti- democráticas.
Al mismo tiempo, que fortalecemos nuestro movimiento, resistimos a la elite global, con el fin de mejorar la equidad, la justicia social, la democracia y la seguridad para todos, sin distinción alguna. Nuestra metodología y las alternativas constituyen un fuerte contraste a las políticas destructivas del neo- liberalismo.
Nuestra lucha se basa en la equidad entre mujeres y hombres. Al contrario, la globalización refuerza un sistema sexista, excluyente y patriarcal, incrementa la feminización de la pobreza y exacerba la violencia, donde las principales víctimas son las mujeres y niños.
Read moreNesta edição, o Correio da Cidadania traz entrevista com o sociólogo da USP Francisco de Oliveira. Partindo das eleições realizadas dia 03 deste mês, ele explica como a convergência ao centro dos principais partidos deixou o eleitor sem opção. Neste processo, a política torna-se irrelevante, perante o triunfo do capital, e a democracia um sonho cada vez mais distante para os milhões de brasileiros. Correio da Cidadania: Quem saiu vitorioso nas eleições do dia 03? Francisco de Oliveira: Quantitativamente, foi o PT. O PSDB apareceu em segundo, enquanto PMDB continua com a maioria das prefeituras no Brasil. Só que do ponto de vista do espectro político, venceu o centro. CC: O que significa esse fortalecimento do centro? FO: Contraditoriamente, significa a desimportância da política. Política entendida como aquilo que é diferença, dissenso, não consenso harmonioso. É a política que desaparece com a vitória do centro. O PMDB já era centro há tempos, o PT que era esquerda e o PSDB que, no seu início, era centro-esquerda dirigiram-se para o centro. Quem perde é a política. Veja os arranjos para o segundo turno em São Paulo (SP). Todos buscam os votos de Paulo Maluf (PP), que fazia diferença até o pleito de 2000. Eles buscam um voto que simboliza os setores sociais que Maluf representava – uma certa concepção de mundo, de horror ao que é estranho, diferente; à direita, mas uma direita extremada, que não teve chance de transformar-se em fascismo. CC: Se quem perde é a política, quem ganha? FO: É o capital visto de uma forma bem abrangente: a prevalência dos interesses econômicos sempre se colocaram de fora da política. Essa é uma operação que foi se dando desde o início do capitalismo, o capital sempre esteve fora da política. Agora, a política atualiza está separação, portanto, quem ganha é o capital com o desaparecimento da política. CC: Isso quer dizer que a direita ganha? FO: Não propriamente a direita. Como disse José Dirceu, “a direita não existe mais”. Todos estão no centro. É apenas uma forma de localizar no espectro político clássico. Mas não é uma direita atuando como classe. O capital passa por cima dessas determinações. CC: Como está a situação do eleitor? FO: Ele está sem escolha. Está frente a duas siglas, dois simulacros de representação. Mas, de fato, ele não tem escolha. As diferenças que vão ser apontadas, por exemplo, na eleição de São Paulo (SP) são assim: “eu fiz os CEUs (Centros Educacionais Unificados, construídos pela prefeita paulistana Marta Suplicy)”, ao que o outro candidato responde, “mas quem vai aperfeiçoá-lo sou eu”. E ataca: “você não deu atenção à saúde (principal eixo da campanha do ex-ministro da Saúde José Serra)”. Ao que Marta retruca: “agora vou fazer o CEU saúde”. Quer dizer, não tem diferença alguma entre eles. CC: Isso atrapalha o caminho do Brasil em direção à democracia? FO: Compromete seriamente. Vejo cientistas políticos, como Fábio Wanderley Reis, se regozijarem com a reiteração das eleições. Com essa convergência para o centro, os partidos se tornam previsíveis. Fico espantado. Perde-se a capacidade de escolha. A política torna-se irrelevante. Não participo desse otimismo que se satisfaz com as formas. CC: Essa conjuntura aponta algo em relação às eleições de 2006? FO: Todos procurarão ocupar o centro, as diferenças de programa serão irrelevantes e a eleição passará a depender, como acontece nos EUA, do êxito da economia; se ela estiver bem, o Lula se reelege, se estiver mal, os tucanos podem voltar ao governo. Quer dizer, a eleição passa a depender da economia. O marqueteiro de Bill Clinton (ex-presidente norte-americano) disse, antes da primeira eleição do democrata, ao seu cliente – preocupado com outros assuntos – para prestar atenção à economia – “é a economia, estúpido, que decide a eleição”, afirmou. Vai passar a ser assim. Além, evidentemente, do poder das máquinas estatais que estarão nas mãos de cada partido. É isso que vai decidir quem ganha e quem perde, mas todos vão procurar ocupar o centro. CC: Num quadro político como esse, de que forma deve se comportar a esquerda? FO: Deve-se ocupar a cena partidária porque ela faz parte das instituições do poder. Essa é a razão principal. A esquerda deve insistir em diferenciar, quer dizer, tentar restaurar o dissenso como forma da política, separando-se dessa ampla convergência ao centro. Quais são as formas de se fazer isso? Não sei. Só a experiência histórica é capaz de criar novas formas. Mas é preciso ocupar esse lugar – embora a política tenha se tornado irrelevante enquanto lugar da disputa – pois as máquinas partidárias, agora à serviço do Estado, tocam na distribuição do excedente público e é preciso fazer isso ser repartido. No fim das contas, ao contrário do otimismo róseo que impera por aí, vivemos um momento muito negativo.
Fuente: Correio Da Ciudadania
Read moreCorreio da cidadania, ed. 364 – semana de 20 a 27/09
O debate político no Brasil postula uma nova problemática para a teoria da economia política. O governo do presidente Lula pretende aplicar uma nova política econômica que privilegie o crescimento econômico, a distribuição da renda e garanta a autodeterminação no plano econômico e a integração nacional e regional da economia. Ao mesmo tempo, pretende manter a inflação sob controle e assegurar o equilíbrio e, sobretudo, a moralidade das contas públicas.
Para realizar estas metas, o governo tem que reverter a política econômica anterior que levou o país à recessão, à concentração de renda, à desintegração do aparato econômico nacional e ao debilitamento da integração regional (comprometida pela aplicação de políticas econômicas instáveis e mesmo opostas). Ao mesmo tempo, nos últimos anos, verificamos um aumento da inflação, assim como uma acumulação de escândalos financeiros que comprometeram gravemente a moralidade pública.
Contudo, o governo se confronta com graves bloqueios ideológicos, psicológicos e, sobretudo, científicos. O chamado "pensamento único" colocou na cabeça das pessoas a idéia de que é o único capaz de garantir a "estabilidade econômica" e de orientar corretamente as políticas econômicas. Ainda que sua aplicação tenha levado à acentuação dos desequilíbrios econômicos, à recessão e ao fracasso de suas metas, o aparato publicitário que o implantou continua sustentando sua correção e a impossibilidade de substituí-lo.
Mas não é somente um bloqueio mental. Há vastos interesses que reivindicam a manutenção da política do desastre. Trata-se sobretudo do poderoso capital financeiro nacional e internacional, que conseguiu organizar, nos últimos 20 anos, um aparato de sucção dos superávits fiscais e cambiais disfarçados de políticas públicas respeitáveis e sobretudo insubstituíveis. É interessante notar como o aparato ideológico é contraditório. Ele apresenta como seu objetivo a realização do equilíbrio automático da economia, garantido pela força estabilizadora do mercado, que é ao mesmo tempo uma garantia de eficiência através da sua capacidade de assignação racional dos recursos. Na prática, as políticas neoliberais têm dado origem aos desequilíbrios cambiais, fiscais e monetários mais dramáticos. Contudo, com o auxílio dos meios de comunicação e do terrorismo intelectual, os responsáveis por estes desatinos conseguem transformá-los numa razão a mais para continuar as políticas que os geraram.
Este é o caso do Brasil neste momento. Os derrotados nas eleições presidenciais de 2002, devido à gravidade de seus desatinos técnicos e morais, conseguiram paralisar até o momento a aplicação de uma nova política econômica, em conseqüência das dificuldades geradas pelas políticas que seguiram.
Read morePara que este debate tenga sentido y dé frutos concretos sugerimos modestamente un cambio de método: hagamos un esfuerzo para evitar que un argumento brillante nos arruine un buen conocimiento de la realidad. Abogamos porque sean el conocimiento y el análisis de las nuevas realidades los que nos arruinen o confirmen los mejores argumentos del pasado.
Abandonemos un viejo hábito de la izquierda del siglo XX: el de justificar teóricamente “a posterori” la línea política forzada por las circunstancias. Dejemos de teorizar las derrotas como victorias y las retiradas estratégicas como victorias tácticas. En nuestros oídos aún resuenan las palabras de un dirigente comunista español aún en activo, en el Ateneo de Cerdanyola ante unos doscientos cuadros comunistas de la zona obrera del Vallès Occidental afirmando que el Pacto de la Moncloa no era ya la vía sino la “autopista” española al socialismo.
Proponemos, modestamente, seguir la sobria indicación de Lenin: “análisis concreto de la situación concreta”. Hacemos la modesta proposición de deducir del análisis las propuestas políticas, culturales y organizativas. Proponemos no forzar la realidad para hacerla caber en el lecho de Procusto de las necesidades de la organización.
Los modelos del socialismo
Vamos a soslayar en este material la cuestión de los modelos del socialismo que Gallego sugiere, con razón, como elemento clave. Y lo hacemos por que el análisis de la experiencia del llamado socialismo real no ha sido aún suficientemente desarrollado entre nosotros. Cuando digo nosotros me refiero al conjunto de los comunistas españoles. Y esta es una base “sine qua non” para poder avanzar en las propuesta de un nuevo modelo. En Francia, el debate desarrollado entre Lucien Sève, Catharine Samary y Jacques Texier ( véase www.espaimarx.org ) nos ha dado ya algunos indicios de la necesidad de este debate y, también de lo incipiente que es.
Entre otras cosas, porque del análisis de la experiencia histórica de aquellas sociedades se podría deducir algo muy importante: la carta de navegar de los mares explorados durante el siglo XX, o sea, aquellos escollos en los que ya no se debería volver a caer. Otra cosa será, seguramente, la carta de las nuevas singladuras. Los escollos por venir y por conocer, son difícilmente pronosticables. Deberemos trazar las nuevas cartas al tiempo que navegamos. Quizás la experiencia nos enseñe a no largar toda la vela, quizás nos enseñe a navegar con prudencia, con la mano firme en el timón y haciendo caso de todo aquello que nos anuncie la sonda que larguemos permanentemente desde proa.
Read more“No burlarme de los actos humanos,
ni lamentarme o maldecirlos,
sino comprenderlos”
Spinoza
Las páginas de Viejo Topo acogen desde hace meses un debate político de gran importancia. A través de las opiniones, los interrogantes y las perplejidades que han expresado los diversos participantes emerge un análisis de conjunto muy aproximado sobre la verdadera situación de la izquierda española y sobre los dilemas inmediatos que se le plantean.
En el primer artículo, que tuvo la virtud de abrir el debate, Higinio Polo resumía acertadamente el estado de extenuación, previo a la entrada en barrena definitiva, de Izquierda Unida. Proponía a continuación y como alternativa que la izquierda española volviese a proponerse como proyecto principal la reorganización de un Partido Comunista, que acogiese en su seno las diversas corrientes revolucionarias o emancipadoras existentes – trotskismo, etc.- y cuyo empeño fuese constituirse en la conciencia política de los diversos movimientos sociales nacientes.
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